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COMERCIANTES DO CAOS – PARTE UM

COMERCIANTES DO CAOS – PARTE QUATRO


Leia sobre os assassinatos de Tupac Shakur e Christopher Wallace dos arquivos de Russell Poole. Ele temia que os livros de assassinato fossem estripados quando ele deixou a polícia de Los Angeles, então ele levou seus arquivos com ele. Agora você pode ver o que estava nesses arquivos. Os assassinatos poderiam ter sido resolvidos há muito tempo, mas isso levaria a um lugar muito ruim para tantos envolvidos. Aprenda a verdade que custaria a vida de Russell.




ENTREGANDO A GLOCK .40

O ATIRADOR ESTAVA PRONTO PARA DISPARAR



De acordo com Kevin Hackie, a arma usada para matar Tupac Shakur era uma Glock .40 que foi confiscada por um policial de folga de Santa Mônica durante uma busca de rotina na House of Blues de Hussein Fatal, um dos Outlawz de Tupac em 4 de Julho de 1996 quando ele é detido tentando entrar no local com sua Glock .40.

No final de Julho, Reggie Wright entra em contato com Kevin Hackie e pede que ele fique de olho na arma. O Oficial de Santa Mônica de folga leva a arma de volta para a Delegacia de Polícia de Santa Mônica. A arma teve então um teste de balística pelo FBI e correram para ver se a arma foi roubada ou se foi usada em quaisquer crimes. Não houve partidas de balística na época, então o FBI enviou a arma de volta para a Polícia de Santa Mônica.

Em Agosto de 1996, a Polícia de Santa Mônica entrou em contato com Kevin Hackie e disse que a arma estava liberada para a coleta. Hackie, que trabalhava disfarçado para o FBI e ATF, recupera a arma e a leva para seus treinadores. Eles o liberam para liberar a arma para Reggie Wright Jr. Hackie entrega a arma para Reggie Wright Jr. — Entrevista de Frank Alexander e Kevin Hackie com Chris Blatchford da Fox 11.

Em 7 de Setembro de 1996, a arma é usada para matar o repper Tupac Shakur. Quando a Polícia de Las Vegas registra os incólucros de balas e balas em evidência, eles são enviados para o FBI, onde são realizados testes balísticos. Eles são executados através do banco de dados federal onde, de acordo com Kevin Hackie, eles combinam com a arma confiscada na House of Blues e dada a Reggie Wright Jr. Esta também pode ser a arma que um dos atiradores tentou deixar na Fox 11 Studios para Chris Blatchford.

Em seu depoimento, Reggie Wright Jr. é questionado sobre a arma. — Depoimento de Reggie Wright Jr. a Brian e Kim Watt vs. a Cidade de Compton, em 12 de Março de 2002.

Kim Valentine: Você conhece uma pessoa com o nome de Kevin Hackie?

Reggie Wright Jr.: Sim.

Kim Valentine: E Kevin Hackie, em um momento no meu entender, era um policial?

Reggie Wright Jr.: Polícia Escolar Unificada de Compton, se bem me lembro, sim.

Kim Valentine: E ele forneceu serviços para  bem, atacar isso. Ele já foi funcionário da Wrightway Protective Services?

Reggie Wright Jr.: Sim, ele era.

Kim Valentine: Você se lembra de suas datas de trabalho com os serviços da Wrightway Protective?

Reggie Wright Jr.: Deixe-me ver. Talvez Agosto, Setembro de 95.

Kim Valentine: Você já se lembra de uma ocasião em que qualquer um de seus funcionários forneceu  seus funcionários da Wrightway Protective Service sempre lhe forneceram uma arma que veio de um departamento de polícia?

Reggie Wright Jr.: Eu ouvi essa alegação antes em algum lugar. Não me lembro  não me lembro de onde. Eu sei o incidente de que você está falando, mas a arma nunca foi devolvida para mim.

Kim Valentine: Então você nunca recebeu uma arma de seus funcionários que, de acordo com seu conhecimento, veio de um departamento de polícia?

Reggie Wright Jr.: NÃO.

Kim Valentine: E Kevin Heckie nunca forneceu uma arma que supostamente era de um departamento de polícia?

Reggie Wright Jr.: Isso está correto. Quer saber, isso não está correto.

Kim Valentine: Tudo bem.

Reggie Wright Jr.: Isso não está correto. Kevin me deu uma arma que foi tirada  foi tirada  o que foi  sim, foi um incidente de onde uma arma foi tirada  nós fizemos um show ou algo assim. Foi tirado de  foi tirado de um dos artistas que estava conosco. E um dos outros seguranças pegou e segurou a arma e de alguma forma eu acho que ele e Kevin se ligaram e ele devolveu a arma para Kevin Heckie. Lembro de mim e Kevin me encontrando com ele e Kevin me dizendo que ele ia me dar a arma. Eu nunca me lembro de receber a arma de volta dele. Eu me lembro do incidente, mas não me lembro se peguei a arma ou o que aconteceu com a arma.

Kim Valentine: Você já enviou Hackie para pegar a arma?

Reggie Wright Jr.: Eu disse ao Kevin para ir ao encontro do cara. Eu acho que foi um policial de Santa Mônica ou da Polícia de Los Angeles. Eu não sei. Não me lembro muito disso. Kevin provavelmente devolveu ao cara de quem ele pegou. Eu não sei.

Kim Valentine: Você sabe de quem ele pegou isso?

Reggie Wright Jr.: Ou era Tupac ou um de seus garotos.

Kim Valentine: Você sabe que tipo de arma foi?

Reggie Wright Jr.: Era uma Glock .40.

Kim Valentine: Por que você disse ao Kevin para pegar essa arma do policial?

Reggie Wright Jr.: Eu ia devolver a arma ao dono dela.

Kim Valentine: Quem era o dono?

Reggie Wright Jr.: Quem? Era alguém que era  alguém para quem estávamos fornecendo segurança. Um dos caras  era um dos garotos de Tupac. Alguém que estava com Tupac. Eu não sei qual deles foi.

Kim Valentine: Houve alguma ocasião em que algum dos seus policiais lhe forneceu alguma outra arma que não aquela que estávamos discutindo?

Reggie Wright Jr.: Não.

Kim Valentine: Então você nunca pegou a arma do Kevin Hackie?

Reggie Wright Jr.: Eu não me lembro disso. Porque eu não sei o que eu fiz com a arma se eu peguei de volta, mas eu me lembro de alguma discussão sobre isso agora. Eu queria saber o que diabos você estava falando.

Chris Blatchford mais uma vez intercepta essa história quando entrevista Frank Alexander e Kevin Hackie.


“Ele disse que uma vez eu dei a ele aquela arma de fogo que ele deu para o pai dele que na época era um tenente da Polícia de Compton sobre a divisão de gangues. Ele disse que o pai dele reservou aquela arma para dentro de uma propriedade que é realmente e muito longe.” — Entrevista de Frank Alexander e Kevin Hackie com Chris Blatchford da Fox 11.



TRÉGUA DA PAZ

FOI APENAS UM TRUQUE?



Houve um encontro de gangues no Balboa Park. As gangues presentes incluíram: ICG = Long Beach Insane Crip Gang, Geer Gang = Distrito de West Adams do Sul de L.A.; Ghost Town = Crips em Venice; Front Street = Watts Crips; 52 = Five Deuce da 52nd Street e South Broadway; A Try Hoovers = Eight Tray Hoovers  83rd Hoovers; e South Park = 51st e Avalon. — Carta de confissão ao assassinato de Tupac Shakur dada a Chris Blatchford em 1998 e entregue a Michael Carlin em 2014.

Todos estes são sets de Crip. White Boy é listado como um Leuders Park Piru, o que tornaria isso um ataque vindo de Blood/Crip. Reggie Wright também é afiliado com os Bloods e se você vai assumir a Death Row Records matando Suge Knight, ambos são claramente afiliados com os Bloods que você gostaria de tirar do jogo a favor dos Crips.

O informador confidencial Robert Soria disse: “Sharitha Knight e Reggie Wright estão por trás do assassinato.” — Declaração de Chris Blatchford dada a Russell Poole em 2014. “Primeiro houve um encontro no Balboa Park em San Fernando Valley para diferentes gangues” disfarçado como uma reunião de trégua de Blood/Crips mas foi realmente um apalpador para Wright, ver o quanto seria necessário para atacar Tupac. “Wright queria direitos para todo o material de Tupac.” Na noite do assassinato de Tupac, Wright “disse aos assassinos” onde Tupac e Suge estariam. “Aqueles que não estavam no plano foram enviados para o Club 662 em Las Vegas.” Os assassinos contratados para fazer o trabalho eram Lil ½ Dead, Danny Patton e Malcolm Patton. “Danny recebeu 100 mil dólares pelo golpe na forma de um cheque administrativo. Danny assinou o cheque.” — Carta de Confissão e Declaração de Chris Blatchford dada a Michael Carlin e Russell Poole. “Uma recompensa foi colocada em 2Pac e (sic) Suge Knight. O Sr. (sic) Writh Jr. deu informações para onde 2Pac ia estar.” — Carta de Confissão e Declaração de Chris Blatchford dada a Michael Carlin e Russell Poole.

Robert Soria fala de uma fita de vídeo que existe no encontro em Balboa Park. Chris Blatchford fala de ouvir uma fita de áudio da confissão. Soria afirma que ele ainda tem aquela fita de áudio junto com a fita de vídeo “em um lugar seguro”. De acordo com as três fontes, Reggie Wright Jr. pede ajuda para eliminar Tupac Shakur e Suge Knight. Soria diz que David Kenner também estava no encontro de gangues.

Naquela cimeira foi decidido que Donald Smith, também conhecido como Lil Half Dead, Malcolm Patton e Danny Patton, também conhecido como White Boy, seriam os atiradores. Robert Soria diz que David Kenner estava na reunião com as gangues.

“Eu fui o atirador que me mandaram tirar Knight de circulação.”  Malcolm Patton.

“Eu sei que havia alguns outros caras do South Side Crips lá (em Las Vegas na época do assassinato de Tupac) também, mas eu nunca os vi.” — Entrevista de Corey Edwards em 9 de Junho de 1997 pelo detetive Gollaz.



SEM ARMA



“Às 3:00 ou 4:00 da tarde, em Las Vegas, no Luxor, a segurança foi reunida por Reggie Wright, no dia em que Tupac foi baleado, e nos disseram para não portar armas porque estávamos todos armados. Nós achamos estranho. Por que nos disseram para não levarmos armas, nem os policiais disseram para carregar suas armas?” — Fita da entrevista gravada de Russell Poole com Dave, da Death Row, em 6 de Fevereiro de 2014.

Meio-dia – Há uma reunião com 23 agentes de segurança e o advogado George Kelesis, onde o pessoal da segurança é solicitado a não portar armas. 1. Reggie Wright desarmou todos os guardas da segurança na noite do tiroteio. Esta foi uma ruptura com o protocolo normal quando se guarda artistas em Las Vegas. 2. Michael Moore recusou a ordem e insistiu em carregar sua arma. Ele foi removido da guarda de Tupac Shakur e foi enviado ao Club 662, onde ele deveria ficar perto de Reggie Wright.

23 agentes da segurança estão reunidos e George Kelesis diz que eles não podem portar armas. Posteriormente, Reggie Wright Jr. reúne o pessoal da segurança algumas horas antes de todos irem ao Club 662 para lhes dizer que não podem portar armas. Michael Moore é retirado de proteger Tupac Shakur quando ele recusa o pedido de Reggie para se desarmar. Reggie o chama repetidamente em seu quarto para se certificar de que ele não está protegendo Tupac e que ele está em seu quarto. Então, Reggie Wright mantém Moore perto dele no Club 662. Moore conta que ouviu “Pegamos eles” no rádio de Reggie, seguido de “Não diga nada no rádio” que também aparece no rádio de Reggie Wright Jr.

Disseram-me que eu estava sendo tirado de Tupac”, disse Reggie Wright: Michael Moore faz o que lhe é dito.”

“Eu acho que a razão pela qual eles me tiraram de Tupac foi que eu era uma das poucas pessoas que não aceitariam deixar de carregar minha arma. Então eles me tiraram de Tupac para que não houvesse uma arma lá.”

“Às 3 horas ou às 4 horas da tarde, em Las Vegas, no Luxor, a segurança foi reunida por Reggie Wright no dia em que Tupac foi baleado, e nos disseram para não portar armas. Porque estávamos todos armados. Todo mundo achou estranho. Por que nos disseram para não portar armas? Até mesmo os policiais foram instruídos a não portar armas. Foi muito, muito estranho.” — Fita da entrevista gravada de Russell Poole com Dave, da Death Row, em 6 de Fevereiro de 2014.

“Nós também fomos instruídos a mentir por Reggie Wright para Suge e a razão pela qual fomos instruídos a mentir foi porque Reggie Wright nos disse para não portar nenhuma arma. Suge convocou uma reunião. Todos os artistas foram instruídos a comparecer a esta reunião e certo segurança foi convidado e aconteceu de eu ser um deles. E antes de ir àquele encontro com Suge e todos os artistas da Death Row, Reggie encontrou-se conosco em sua própria reunião e nos instruiu a dizer certas coisas… A reunião foi sobre o que aconteceu. Os artistas estavam explorando a segurança sobre quais métodos tínhamos usado e quais eram algumas de nossas táticas. Olhei em volta e ninguém disse nada que ninguém estava falando em segurança. Então eu fui uma das poucas pessoas que se levantou e disse: ‘Espere um minuto, fomos instruídos a não carregar nenhuma arma naquele dia.’” — Entrevista de Michael Moore, do Tupac Conspiracy, dirigido por RJ Bond.

“Em 11/9/96, o Sr. Kenner, Sr. Chesnoff e Sr. Kelesis disseram que Knight iria ao nosso escritório para uma entrevista. Pareceu-me que Sr. Kelesis não estava envolvido com oSr. Kenner ou Sr. Chesnoff na representação de Knight. Na verdade, há uma fricção óbvia entre Sr. Kenner e Sr. Kelesis.” — Relatório de Continuação da Las Vegas Metro # 960907-2063. Esse atrito teria sido o Sr. Kelesis sabendo que ele havia se tornado um acessório para matar?



DRIVE-BY DO CADILLAC

OLHO NO CÉU

NÃO MINTA



O enredo vem direto do popular filme urbano de 1993, Menace II Society. Há uma briga e as vítimas se tornam perpetradoras. O espancamento de Orlando Anderson estabelece um motivo para o assassinato de Tupac e Suge. Isso tirou os investigadores do cheiro do valor de 500 milhões de dólares da Death Row Records, os 51 milhões de dólares Lloyds of London Life Insurance Policy em Tupac Shakur e do controle do rep da West Coast.

Por que escolher o enredo desse filme? Foi uma piada particular. Menace II Society foi o filme em que Tupac foi contratado, mas depois foi demitido. Tupac agrediu o diretor Allen Hughes por causa de sua frustração com a maneira como ele estava sendo tratado. Tupac foi mais tarde considerado culpado por ameaça  e agressão pelo ataque.

Também foi armada uma emboscada para Tupac nesse filme. De acordo com MC Eiht, os irmãos Hughes só conseguiram financiamento para o filme porque Tupac estava envolvido. Eles sabiam que não queriam trabalhar com ele, então continuaram frustrando-o querendo que ele desistisse. “Eles sabiam o que estavam fazendo; eles sabiam que estavam o agravando. Porque eles queriam que ele desistisse.” Finalmente, Tupac tornou-se tão perturbador que chegou a golpes. “Então, todo dia era uma interrupção no ensaio. Foi engraçado para nós. Nós rimos, brincamos; foi divertido. Mas eles eram sérios, porque você os conhece: ‘Nós temos um cronograma, estamos em um orçamento.’ Então, eles o expulsaram do filme.

Ebulir um assassinato até uma “coisa de gangue” funcionou para o espancamento do Teatro El Rey. Por que não poderia funcionar como a razão pela qual Tupac e Suge Knight fossem baleados e mortos?

Quem imaginaria um plano tão elaborado? O principal advogado de defesa criminal do Rep e Hip Hop e o ex-graduado em administração de polícia/justiça que foi responsável por orquestrar a segurança naquela noite? O certamente teria os meios e os motivos, mas eles teriam a oportunidade? Mas e se o chefe do grupo de gangues da polícia de Compton também estivesse envolvido?

Acontece que Reggie Wright Sr. está na filmagem de segurança de Orlando Anderson e alguém que se parece com Reggie Wright. Jr. é visto escoltando Orlando Anderson longe da segurança na noite do tiroteio. O homem que se parece exatamente com Reggie Wright Jr. aperta a mão de Anderson e o leva para longe de onde ele está sendo detido. Eles controlavam a situação do começo ao fim. Não importava que Orlando Anderson tivesse um álibi virtuoso.

“Depois da luta de Tyson, eu, Corey Edwards, fui a um bar no hotel e bebi com Gouchi e Stacy Augman (jogador de basquete profissional aposentado). Foi quando vi alguns outros amigos meus. Eu perguntei o que estava acontecendo e eles disseram que Baby Lane e Tupac tinham entrado em uma briga. Olhei em volta e vi Baby Lane em pé no canto. Eu e Gouchi andamos até ele e perguntamos o que tinha acontecido e se ele estava bem. Ele disse que se envolveu com o pessoal de Tupac e Tupac, mas que tudo estava legal. Baby Lane não parecia estar ferido ou muito chateado com o que aconteceu. Nós nos afastamos dele e continuamos a beber no bar.” — Entrevista de Corey Edwards em 9 de Junho de 1997 pelo detetive Gollaz.

Não há absolutamente nenhuma maneira que Orlando Anderson poderia ter sido o atirador naquela noite. Ele estava no bar após a luta e fisicamente não poderia ter realizado o ato. Lembre-se que o olho no céu não mente.

Às 20:47:16 em 7 de Setembro  de 1996, Orlando Anderson é visto andando no meio da multidão no MGM.

Às 20:49:42 em 7 de Setembro de 1996, uma mulher reage a algo e se refugia atrás de um pilar. A câmera revela o espancamento de Orlando Anderson.

Às  20:49:58 em 7 de Setembro de 1996, seguranças chegaram e o espancamento cessou.

Às 20:53:32 em 7 de Setembro de 1996, Reggie Wright Sr. entra na tela olhando para segurança detendo Orlando Anderson. Ele foi visto até 20:54:04.

Todos nós pensamos que ele [Reggie Wright Sr.] estava sendo pago ao lado.” Entrevista de Russell Poole com Dave, da Death Row.

Às 20:55:22, parece que Reggie Wright Jr. entra pela direita da tela e se aproxima para apertar a mão de Orlando Anderson e escoltá-lo para longe.

Quatro minutos depois do espancamento de Orlando Anderson, Reggie Wright Sr. já está em cena em uma noite de luta em Las Vegas. Cinco minutos após o espancamento, Reggie Wright Jr. apertou a mão de Orlando e o acompanhou em uma noite de luta em Las Vegas.

“Recebi quatro telefonemas antes de Tupac ser baleado. Três dos telefonemas vieram do Sr. Wright e um telefonema veio do Al Giddens... Eu disse: Por que você está me ligando no meu quarto às 20h se eu não deveria estar lá até as 22h? Ele disse: ‘Reggie acabou de me ligar e me disse para ligar para você.’ Eu disse: Não me ligue mais. Depois disso, todas as minhas ligações vieram diretamente do Sr. Wright. Acho que havia uma razão para isso e a razão era ter certeza de que ninguém carregava uma arma.

Então, por que Reggie Wright Jr. ligou e Michael Moore ligou tantas vezes para se certificar de que ele estava em seu quarto nos minutos que antecederam o espancamento de Orlando Anderson?

“[Green e McCully] basicamente me disseram, você sabe, eles tiveram um distúrbio naquela noite no hotel lá, e supostamente Baby Lane Anderson supostamente roubou sua corrente, qualquer coisa, isso e aquilo, no shopping Lakewood Mall, em Compton. Mas um monte de besteira de qualquer maneira.

“De qualquer forma eu falei com Frank, eu perguntei o que estava acontecendo. Ele estava todo abalado. E então ele finalmente me puxou para o lado e ele disse: Eles me chamaram para a casa lá, eles querem que eu diga aos detetives, porque na época ninguém deu nenhuma declaração para o Departamento de Polícia Metropolitana de Las Vegas. Eles queriam que Frank fosse em frente, e Suge e Reggie o chamaram para casa com Chicken Bone, Neckbone, Buntry, Alton e McDonald Buntry, e todos os homies por aí, basicamente na casa de Vegas. E basicamente disse a Frank, que para ir em frente, é necessário deixar os detetives falarem com você.

“Na verdade, Kenner também estava lá fora. Basicamente vá em frente e diga a eles, esse é o cara que roubou a corrente de Tupac. Eu disse a Frank então, eu disse: ‘Você sabe, não minta para eles, mas não foi isso que aconteceu. Agora, se o incidente tivesse acontecido, eu teria ciência disso. E eu disse a ele então, eu disse: ‘Bem, essa é a primeira vez que eu lembro de ouvir isso.” — Entrevista de Kevin Hackie com detetives do L.A.P.D. Miller e Poole em 12/5/1998.

“Não foi Suge que derrubou a Death Row também. Foi Travon Lane, otário”, disse DJ Quik. “Esse nigga medroso pegou aquela corrente e então pegou Tupac lá lutando. E então foi assim que Tupac foi baleado. Porque Travon Lane — ele era como o pequeno valentão. Ele era como um instigador. É sempre o que não significa nada que traz toda a casa de cartas para baixo. Travon Lane, você deveria estar realmente orgulhoso de si mesmo. Você é um otário. Nigga, você fodeu para todo mundo.” 
— Entrevista de DJ Quik com XXLMag.com 28 de Outubro de 2013.



ATRIBUIR A CULPA

COLOQUE FRANK NO QUADRO



Por que pedir a Frank para mentir sobre o incidente de Orlando Anderson pegando a corrente? Todas as outras testemunhas eram criminosos condenados e, portanto, não eram confiáveis. Se conseguissem que Frank Alexander se comprometesse, também poderiam desacreditá-lo. Reggie disse a Frank para colocar o incidente às 18:30. Frank contou essa mentira a Brent Becker, do Departamento de Polícia Municipal de Las Vegas. Uma vez inscrito no registro, Frank poderia facilmente ser mostrado na caixa das testemunhas como um mentiroso, desacreditando assim todo o seu testemunho.


Frank Alexander disse: “Sr. Kenner fez parecer que eu delatei todos e é por isso que comecei a ouvir que eu estava recebendo essas ameaças de morte, porque eu delatei todo mundo. Eu toquei todos os jogadores na comitiva.”  Entrevista de Frank Alexander para Brent Becker em 19 de Março de 1997.

Será que Reggie Wright Jr. não queria que Michael Moore passasse pelo MGM esbarrando em Reggie Wright Sr. ou outros que faziam parte do incidente de Orlando?

Frank Alexander era o único responsável pela guarda de Tupac. Alexander intercede na briga de Orlando Anderson e detém Tupac. Sua responsabilidade é protegê-lo.

A briga de Orlando Anderson estava sendo anunciada como uma surra. O Teatro El Rey, onde Kelly Jamerson foi pisoteado, agredido, socado com garrafas, foi uma surra.

Frank está desarmado e andando atrás de Tupac e Suge em um Lexis preto. Quando os tiros soam, não há praticamente nada que ele possa fazer além de assistir.

Mas Frank se torna uma parte maior da controvérsia por causa do que ele disse aos investigadores sobre a briga de Orlando Anderson.

Frank deu duas declarações para Brent Becker na noite do tiroteio. Ele deu um relatório mais detalhado no dia 1 de Outubro, onde ele mente sobre Orlando Anderson arrebentando a corrente de Tupac. Reggie pediu a Frank para citar o evento às 18:30, na noite do tiroteio e da briga com Orlando Anderson.

Mas essa não é a afirmação que é inserida no registro oficial da audiência de violação de condicional de Suge. A declaração que entrou no registro do tribunal veio do Departamento de Polícia de Compton. Não é por coincidência que Reggie Wright Sr. está na briga de Orlando Anderson. A briga foi encenada para violar Suge em sua liberdade condicional, se ele não pudesse ser morto naquela noite e Frank Alexander foi criado para ser o cara da queda.

Você delatou contra eles.” — Michael Moore diz a Frank Alexander em suas conversas telefônicas secretamente gravadas. Moore disse a Alexander que sua vida está agora em perigo do pessoal da Death Row Records. Frank Alexander se torna a distração para impedir que Suge saiba que ele está na mira. Enquanto Suge está se concentrando em Frank Alexander, ele não está prestando atenção aos detalhes do caso. Eles são capazes de entrar na declaração de Frank Alexander sobre “Suge chutando” Orlando Anderson através da Polícia de Compton sem nunca tê-lo testemunhando.

Você nunca teria ficado envolvido se eles não tivessem desistido do seu nome. Se David Kenner e eles não estivessem tentando te supor e te levar até lá.”

Michael Moore: “Se vocês não o tivessem enganado até lá — enganado ele até o tribunal —, colocariam o nome dele em cima de tudo que ele não teria estado lá embaixo. O que Reggie disse? ‘Bem.’ Eles achavam que estavam tentando usar você também. Veja o que eles estavam fazendo. Eles estavam usando você para sua vantagem. Essa é apenas a linha de fundo. Isso é o que eles estavam fazendo.” — Conversa de Michael Moore com Frank Alexander sobre as conversas telefônicas gravadas secretamente de Frank Alexander.

Em 19 de Novembro de 1996, Frank Alexander chama David Kenner e o pressiona para saber de quais dos relatórios a informação veio. Ele cita os dois relatos da noite do tiroteio de Tupac Shakur e Suge Knight e o relatório subsequente com Brent Becker.

Kenner responde: “Aquele que apareceu foi um relatório do Departamento de Polícia de Compton.”

“Eu informei Reggie que eu não iria deixar de usar minha arma por ninguém. Minha arma não pertencia a Wrightway. — Entrevista de Michael Moore, do Tupac Conspiracy, dirigido por RJ Bond. Disseram-me que estava sendo tirado de Tupac.

Reggie Wright disse: “Michael Moore, faça o que lhe é dito.”




Manancial: Chaos Merchants

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