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COMERCIANTES DO CAOS – PARTE UM

Gucci Mane intitula-se uma máquina em carta aberta (Outubro de 2015)


Antes de Gucci Mane iniciar sua última temporada na prisão no ano passado, ele postou uma série de mensagens em sua conta no Twitter que muitos tiveram sinais preocupantes sobre sua saúde mental e estabilidade. Mas como o respeitado repper de Atlanta se aproximou cada vez mais de sua libertação (alguns associados dizem que no começo do próximo ano, enquanto outros relatos especulam até 2017), ele se tornou mais resoluto em sua mensagem para o exterior. No topo de uma corrente interminável de música, com curadoria de sua equipe de engenheiros, Gucci já enviou uma carta aberta para seus fãs dedicados:

Se alguém me pedisse para descrever quem eu sou? Eu diria simplesmente eu sou um HOMEM. Eu sou um homem que comete erros, eu sou um homem que se orgulha em se levantar a qualquer hora que eu cair. Eu não sou o artista típico. Eu fiz uma profissão de escrever e gravar música, mas sou mais que um repper. A diferença entre eu e o artista médio é que eles sonham em assinar com uma grande gravadora para que possam ter essa máquina gigante empurrando-os e impelindo-os ao estrelato, mas eu não tenho esse sonho. Minha realidade é que sou tudo que tenho. Eu sou a máquina atrás de mim. As ruas me assinaram e o Trap me chamou de Deus.

Eu sou uma máquina. Eles me chamam de Gucci, alguns me chamam de Guwop, mas eles deveriam me chamar de The Machine.



Manancial: XXL Magazine

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